Imagem cinematográfica de criaturas Pickmon dentro de uma fábrica industrial movimentada. Um dinossauro robô central solda uma metralhadora giratória futurista em meio a engrenagens, passarelas e linhas de montagem ativas.

⚔️ Conheça PICKMON: O Jogo Que Desafia Nintendo

O jogo Pickmon vai sobreviver aos advogados da Nintendo? Conheça o novo título de sobrevivência que une Palworld e Zelda. Clique e confira agora!

Imagina juntar a fofura de capturar monstrinhos com a brutalidade de gerenciar uma fábrica de armas pesadas, tudo isso enquanto você desvia habilidosamente dos advogados da Nintendo.

Pois é, meus amigos, o mercado de games acaba de ganhar um novo competidor de peso, e ele atende pelo nome de Pickmon.

Desenvolvido pela PocketGame e publicado pela NETWORKGO, esse título de sobrevivência em mundo aberto promete ser o maior caos que você já viu. Se você acha que já viu de tudo nesse gênero, senta aí, porque a treta — e a ambição dos caras — são gigantescas.

🧬 O Frankenstein Dos Games: Quando Zelda Encontra Palworld

Vamos ser sinceros: inovação do zero é artigo de luxo hoje em dia, e Pickmon sabe disso. Os caras olharam para as maiores franquias da atualidade e pensaram: “Vou levar tudo”.

A base mecânica é puramente a captura de criaturas, mas a roupagem visual grita The Legend of Zelda: Breath of the Wild.

Temos aquele visual em cel-shading lindão, planadores mecânicos e uma exploração totalmente focada na verticalidade de um continente inexplorado. Você vai escalar de tudo, de desertos a vulcões e planícies nevadas.

Mas a coisa muda de figura no combate e no design de personagens, que bebe direto de Monster Hunter e ainda dá umas escorregadas claríssimas na estética visual de heróis de Overwatch.

“Pickmon é frequentemente descrito como um amálgama de tendências, o que gera tanto interesse quanto preocupações legais.”

🏭 Monstrinhos De Crachá: O Império Da Automação

Esqueça aquela velha história de jornada pacífica pelo mundo só para ser o melhor mestre. Aqui, o foco é a produtividade bruta e o capitalismo selvagem.

Seus monstros capturados não ficam só guardadinhos na carta esperando o momento da batalha. Eles são, literalmente, a sua mão de obra pesada.

Eles ajudam a quebrar pedras e explorar o mapa? Sim. Mas a verdadeira sacada é colocá-los para ralar em fazendas automatizadas e gigantescos complexos industriais.

A meta do jogo é fabricar armamento pesado, incluindo armas de fogo, para você dominar seu território. É a sobrevivência agressiva no seu nível mais insano.

⚖️ Cartas Na Manga Contra O Fantasma Do DMCA

Agora, o elefante na sala: a treta jurídica. Para não tomar aquele belo processo da “Big N” por causa da famigerada patente de “capturar monstros com esferas” (que já tá dando dor de cabeça para Palworld), os desenvolvedores foram espertos. Em vez de Pokébolas, o sistema de captura de Pickmon utiliza cartas especiais.

Mas não tem jeito, a roleta russa jurídica já tá girando. O jogo está sofrendo acusações pesadas de plágio de design.

Artistas independentes como El.psy.fake e @pokejayjay já foram a público jurando de pé junto que tiveram seus designs de fanarts chupinhados descaradamente sem qualquer permissão. É caminhar de olhos vendados na beira do abismo legal.

💻 PC Da NASA E O Caos Do Multiplayer Massivo

Se você quer construir esse império industrial de dar inveja, vai precisar de hardware de respeito. O jogo exige nada menos que 32GB de RAM na configuração recomendada para PC (além de um processador i9-9900K, uma RTX 2070 e 40GB de SSD obrigatório). Sabe o motivo? O mapa vai estar fervendo.

O game suporta até 32 jogadores simultâneos. Tá a fim de paz? Joga nas sessões cooperativas contra chefões. Acordou escolhendo a violência? Vai pro PvP, disputa território à bala e destrói o império da galera.

A promessa de lançamento inicial é para o PC (já tá com página na Steam), chegando posteriormente ao PlayStation 5 e Nintendo Switch. Até agora, nada de data confirmada ou versão de Xbox.

🎲 A Linha Tênue Entre A Genialidade E O Tribunal

No fim das contas, Pickmon é aquela aposta de altíssimo risco. Ele entrega exatamente o que uma enorme parcela de jogadores clama hoje em dia: liberdade, interatividade massiva, tiros, e monstrinhos trabalhando em escala industrial. É quase uma resposta sarcástica às franquias tradicionais que estagnaram no tempo.

Mas a sua ambição mecânica esbarra de frente num teto de vidro bem frágil chamado propriedade intelectual. Será que os desenvolvedores vão conseguir manobrar entre as brechas legais, ou o projeto vai ser triturado por ações judiciais antes mesmo do servidor ligar?

Até onde vale a pena remixar o sucesso alheio em nome da diversão da comunidade? Deixa aí nos comentários: você vai arriscar entrar nesse mundo caótico ou acha que o banhammer jurídico vai chegar primeiro?

📚 Fontes & Referências

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Para garantir a precisão e a autoridade técnica das informações apresentadas neste artigo, todos os dados foram metodicamente extraídos e cruzados a partir das publicações especializadas documentadas abaixo.

  1. Pickmon é jogo estilo Pokémon que pode entrar no radar da Nintendo“. TechTudo, mar. 2026. Acessado em 17 mar. 2026. Disponível em: https://www.techtudo.com.br/noticias/2026/03/pickmon-e-jogo-estilo-pokemon-que-pode-entrar-no-radar-da-nintendo-edjogos.ghtml
  2. ROSA, Marcus. “Pickmon: novo jogo mescla Pokémon com Zelda e desafia os advogados da Nintendo“. TudoCelular, 9 mar. 2026. Acessado em 17 mar. 2026. Disponível em: https://www.tudocelular.com/curiosidade/noticias/n249524/pickmon-mescla-pokemon-zelda-advogados-nintendo.html
  3. WEIZENMANN, Henrique. “Pickmon: confira o novo jogo que mistura Pokémon com Palworld“. Adrenaline, 9 mar. 2026. Acessado em 17 mar. 2026. Disponível em: https://www.adrenaline.com.br/games/pickmon-confira-o-novo-jogo-que-mistura-pokemon-com-palworld/
| automação industrial, captura de criaturas, direitos autorais em jogos, jogos de sobrevivência, Nintendo, Palworld, pickmon, pokemon, the legend of zelda

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Yuri Paes

Yuri Paes

Este blog é um reflexo do meu universo: sou um Otaku e um eterno aprendiz. Acima de tudo, tenho fé em Deus, no Espírito Santo e em Jesus, e também sou devoto de Maria.